O Barómetro do Sonho
Instrumento de leitura imobiliária · Portugal

Qual é a pressão
do seu sonho?

Todo o projeto imobiliário tem uma pressão: a distância entre o que deseja e o que o mercado e o banco permitem hoje. O barómetro mede essa distância em três minutos.

ROLE PARA CALIBRAR
01 · O instrumento

Um barómetro não prevê o tempo. Mede a pressão.

Antes da tempestade, a pressão cai. Antes do sol, sobe. Quem lê o instrumento decide com antecedência — não com susto.

No imobiliário acontece o mesmo. Há uma pressão silenciosa entre o que a pessoa quer, o que tem e o que o mercado pede. Quase ninguém a mede antes de assinar.

Pressão baixa não significa sonho impossível. Significa que faltam condições — e as condições preparam-se.
02 · O que faz a agulha subir

Capacidade, prova e tempo.

A agulha sobe com três coisas concretas: capacidade financeira real (rendimento, entrada, encargos), documentação que prova essa capacidade, e tempo suficiente para organizar o processo.

Desce com o oposto: compromissos acumulados, vínculos frágeis, documentos por tratar, pressa.

Em Portugal, os bancos financiam até 90% a residentes e tipicamente 80% a não residentes. A entrada e os impostos saem sempre do bolso.
03 · Dois instrumentos num só

Comprar e vender são a mesma pressão, em sentidos opostos.

Quem compra quer saber até onde pode ir. Quem vende quer saber quanto vale e quanto sobra depois do banco. Muitas vezes, é a mesma pessoa: vende para comprar melhor.

Por isso o barómetro tem duas escalas — e lê as duas quando é preciso.

Se tem casa para vender e ainda não a entregou a ninguém, essa casa é parte do seu poder de compra. Podemos angariá-la e tratar das duas pontas.
04 · Da leitura ao plano

Um número sem plano é só curiosidade.

No fim da medição recebe o valor estimado, a leitura do seu perfil e as casas do nosso acervo que cabem nesse valor. E depois recebe o que interessa: o caminho concreto até lá.

Simulações indicativas. A palavra final sobre crédito é sempre do banco — o nosso trabalho é chegar lá com o processo arrumado.
05 · O objetivo final

Levar a agulha ao máximo — e abrir a porta.

O objetivo do barómetro não é dar-lhe uma nota. É transformar um desejo vago num projeto com números, prazos e próximo passo. Quando a agulha chega ao topo, deixa de ser sonho e passa a ser escritura.

Três minutos a responder. Um consultor a trabalhar no seu caso a seguir.
O projeto

Porque criámos um instrumento em vez de mais um formulário.

A maior parte das pessoas chega ao mercado imobiliário com uma pergunta errada: «quanto custa aquela casa?». A pergunta certa é outra — «o que é que eu consigo fazer hoje, e o que falta para conseguir mais?». O Barómetro do Sonho existe para responder a essa, antes de qualquer visita.

Mede, não adivinha

As perguntas seguem os critérios que os bancos e os avaliadores usam de verdade: taxa de esforço, vínculo, entrada, documentação, zona e estado do imóvel.

Dá um valor e um caminho

No fim não há só uma pontuação. Há um valor em euros, uma prestação estimada, as casas do acervo nessa faixa e o que falta afinar para subir a agulha.

Liga as duas pontas

Quem vende para comprar tem um processo só, não dois. Se tiver casa para vender e ainda sem imobiliária, tratamos da angariação e sincronizamos venda e compra.

0minutos para a leitura completa
0financiamento máximo típico a residentes
0para o contacto de um consultor
Como funciona

Da pressão à escritura, em quatro tempos.

O mesmo método que usamos com quem compra e com quem vende: medir, ler, encontrar e acompanhar.

01 — MEDIR

Responde ao barómetro

Perguntas curtas sobre o seu projeto, a pesquisa que já fez e a sua situação financeira.

02 — LER

Recebe o número

Poder de compra ou valor do imóvel, com prestação, entrada e margem estimadas.

03 — ENCONTRAR

Vê o que cabe

Casas do nosso acervo dentro do valor apurado — e, se vende, a avaliação da sua.

04 — ACOMPANHAR

Fala com um consultor

Em 24 horas úteis, com o plano do que falta: banco, documentos, prazos e visitas.

Medir agora

O barómetro tem duas escalas.
Qual é a sua?

Escolha o ponto de partida. Se vender para comprar, comece pela compra — perguntamos pela casa que tem a seguir.

Antes de começar

Três perguntas que toda a gente faz.

Os valores do barómetro são uma aprovação de crédito?

Não. São estimativas construídas com os critérios habituais do mercado português — taxa de esforço de 35%, prazo ajustado à idade, financiamento até 90% a residentes. A decisão de crédito é sempre do banco, e a avaliação do imóvel é feita por perito. O barómetro serve para chegar ao banco preparado, não para o substituir.

Tenho casa para vender. Posso usar as duas escalas?

Pode, e é o cenário mais comum. Comece pela escala de compra: a meio do questionário perguntamos se tem imóvel para vender e, se ainda não estiver entregue a nenhuma imobiliária, incluímos a angariação na proposta. Assim as duas operações ficam sincronizadas e não fica sem casa no meio do processo.

O que acontece aos meus dados?

Os dados que indica servem para lhe entregar o resultado e para um consultor o contactar sobre este pedido, nos termos do RGPD. Não são vendidos nem partilhados com terceiros para fins comerciais. Pode pedir acesso, retificação ou apagamento a qualquer momento pelo email indicado no rodapé.

A leitura está feita.
Falta dizer a quem a entregamos.

O resultado aparece já a seguir, no ecrã. Deixamos também um consultor a preparar o seu plano, sem custo e sem compromisso.

Dados tratados ao abrigo do RGPD · nunca vendidos a terceiros

Do acervo, à medida da sua leitura

Seleção ilustrativa. Portefólio completo e atualizado em century21.pt.